União, maturidade política e um nome capaz de vencer: Cidade Ocidental não pode errar o rumo
- ANDRE BRITO

- 16 de abr.
- 2 min de leitura
Cidade Ocidental se aproxima de mais um momento decisivo em sua trajetória política. E, como já se viu em outros ciclos, o maior risco não está na falta de nomes, mas no excesso deles — especialmente quando movidos mais por vaidades do que por um projeto real de cidade.

É preciso dizer com clareza: o município não pode se dar ao luxo de entrar em uma disputa fragmentada, onde interesses individuais se sobrepõem ao interesse coletivo. A história recente mostra que, quando há divisão, quem perde é a população. Obras deixam de acontecer, investimentos travam e a cidade perde protagonismo.
Diante desse cenário, ganha força a necessidade de convergência em torno de um nome que reúna condições concretas de vitória e, principalmente, capacidade comprovada de gestão e articulação política. E é justamente nesse ponto que o nome do ex-prefeito Fábio Correa se destaca.
Não se trata apenas de preferência política, mas de uma leitura pragmática da realidade. Fábio Correa carrega consigo um legado administrativo difícil de ignorar. Foi, reconhecidamente, o gestor que mais realizou obras em Cidade Ocidental, com entregas que impactaram diretamente a vida da população — da infraestrutura urbana à ampliação de serviços essenciais.
Mais do que números, há uma marca de gestão: execução. Em um cenário onde muitas promessas ficam no papel, sua trajetória foi pautada por obras concretas e resultados visíveis. Isso, por si só, já o coloca em um patamar diferenciado no debate público.
Mas há outro fator igualmente decisivo: articulação política. Em tempos em que recursos dependem cada vez mais de diálogo e trânsito entre diferentes esferas de poder, não basta querer — é preciso saber construir caminhos. E Fábio Correa demonstrou, ao longo dos anos, que tem essa capacidade. Suas conexões políticas e sua habilidade de diálogo foram fundamentais para viabilizar investimentos importantes para o município.
Diante disso, insistir em candidaturas sem densidade eleitoral ou sem lastro administrativo sólido não é apenas um erro estratégico — é um risco para o futuro da cidade. Fragmentar forças pode significar abrir mão de protagonismo e atrasar avanços que ainda precisam acontecer.
O momento exige maturidade política. Exige que lideranças locais coloquem o coletivo acima de projetos pessoais. Exige, sobretudo, a compreensão de que união não é submissão, mas estratégia.
Cidade Ocidental precisa escolher entre repetir erros ou avançar com responsabilidade. E, hoje, a construção de unidade em torno de um nome competitivo, experiente e testado como o de Fábio Correa não parece apenas uma alternativa — parece um caminho lógico.
Mais do que uma disputa eleitoral, está em jogo o ritmo de desenvolvimento do município. E essa escolha, definitivamente, não pode ser guiada por vaidades.




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